quarta-feira, 9 de julho de 2014

Prefeitura começa a executar programas de prevenção de riscos de trabalho


Durante esta semana começou a ser executado na Prefeitura Municipal três programas de prevenção de riscos de trabalho, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional (PCMSO) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT). “É uma medida que sempre estamos atualizando com o objetivo de oferecer mais segurança aos nossos funcionários”, comenta Charlin Manoel Raimundo, gerente de Recursos Humanos.
Todos os setores públicos serão analisados por engenheiros e profissionais da área, com o objetivo de identificar pontos que podem ser melhorados para manter a saúde e bem estar dos servidores. “Eles vão verificar situações como ruídos, vibrações, pressões anormais ou mesmo luminosidade”, diz.
O PPRA é um conjunto de ações que visa a prevenção da saúde e integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
“No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas públicas e privadas a elaborarem e implementarem o PPRA, além de manter um documento de registros dessas ações”, informa Charlin.
O PPRA foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho. Já o PCMSO é um procedimento legal estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho, no Brasil, também visando à proteção da saúde ocupacional dos trabalhadores. É responsável por exigir que se cumpram algumas normas como: exame admissional, exame periódico, exame de mudança de função e exame demissional.
Já o LTCAT é um laudo elaborado com o intuito de se documentar agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho e concluir se estes podem gerar insalubridade para os trabalhadores expostos.
De acordo com Charlin, além dessas ações, em breve será implementado na Prefeitura a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). “A Cipa é uma comissão constituída por representantes indicados pelo empregador e membros eleitos pelos trabalhadores que tem por objetivo prevenir doenças e acidentes decorrentes do trabalho, tornando compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do empregado”.

Secretaria da Educação adquire novos brinquedos e colchões para os CEIs


Depois da aquisição dos parquinhos em polietileno para os Centros de Educação Infantil, agora, a Prefeitura, por meio da secretaria da Educação investiu na compra de brinquedos internos para as crianças. “Nós estamos trabalhando sempre em busca do bem estar de nossos pequenos alunos e essas aquisições são exclusivamente para melhor atendê-los”, comenta José Lino de Souza Filho, secretário da Educação.
Segundo ele, os brinquedos devem ser entregues até a próxima semana para todas as 15 unidades infantis do município e após essa entrega, outros ainda devem chegar ao longo do ano. “Nós fizemos uma grande aquisição de brinquedos que vão ser distribuidos conforme forem chegando à Prefeitura”, diz. Os brinquedos novos são do mesmo material dos parquinhos e garantem maior durabilidade e segurança para os alunos.
Entre as novas aquisições há cestas de basquete, mini gangorras de um e dois lugares, colchonetes e tatames. Além dos brinquedos, o secretário informa que este ano, a secretaria também investiu na compra de eletrodomésticos para as cozinhas dos CEIs e Escolas Municipais, um investimento avaliado em quase R$32 mil que foi feito também em 2013.

Iniciada a construção das 21 casas do projeto Cohab


Dona Luiza Trindade da Silva, de 68 anos tem mais um motivo para sorrir. A casa que ela espera ser construída saiu do papel para a fundação. “É muito bom ver a casa sendo feita, né. Melhor ainda vai ser quando ela estiver pronta”, diz.
 
Luiza é uma das 21 pessoas que foram contempladas pelo projeto habitacional Cohab que pretende investir R$600 mil em moradia para pessoas carentes do município, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, a Companhia de Habitação de Santa Catarina (Cohab), a Prefeitura e a secretaria de Habitação.
 
Atualmente, o déficit habitacional no município chega a duas mil famílias, incluindo-se nesses dados, casas e barracos precários que são insuficientes para uma boa moradia. Já no Sistema de Habitação do Município há 500 famílias cadastradas.
 
Nesta tarde de terça-feira (17), Sidnei José da Conceição, secretário da Habitação e Joiceleide de Oliveira, secretária adjunta estiveram visitando os locais onde devem ser construídas as primeiras unidades. “É gratificante ver a alegria das pessoas ao saber que em breve terão suas casas prontas. Nós pretendemos entregar todas as casas até final do ano”, comenta o secretário.
 
Segundo ele, as construções iniciaram no Centro de Araquari e devem seguir no bairro Porto Grande e Itinga.  O projeto consiste na construção de 21 casas, sem custo para os moradores, contendo cada uma delas o tamanho de 42,71 metros quadrados. Para isso, as famílias já possuem seus terrenos e precisam apenas deixá-los prontos para a construção.

Prefeito participa de assinatura de Convênio para Plano Municipal de Saneamento Básico


Uma boa notícia para Araquari. A cidade foi uma das sorteadas para receber o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB). Hoje (25), às 18 horas, o prefeito João Pedro Woitexem viaja para Criciúma, onde deve assinar o Termo de Compromisso referente o Convênio, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). “É uma ótima oportunidade para o nosso município. Nossos servidores também vão receber mais qualificação para continuarem prestando serviços à cidade”.
 
Além de Araquari, outras onze cidades foram contempladas, são elas: Balneário Rincão, Campo Alegre, Garuva, Governador Celso Ramos, Imaruí, Macieira, Pescaria Brava, Saltinho, Sangão, Santa Cecília e Vargem Bonita. O Plano é uma ação da Funasa e tem por objetivo a universalização do serviço público de saneamento básico, com serviços e produtos de qualidade.

A empolgação tem nome: Festival de Dança de Joinville


Alunas de dança da Casa da Cultura se preparam para as apresentações em palcos abertos

Quando o vídeo foi enviado para o Festival de Dança de Joinville, com o objetivo de conseguir uma vaga no maior evento de dança do mundo, Sarah Krupek Duarte, de 13 anos não acreditava muito que o sonho das meninas que participam das aulas de dança da Casa da Cultura pudesse se tornar realidade. Porém, a notícia da aprovação para dançar nos palcos abertos, encheu de alegria a jovem que dança há um ano. “Eu não acreditava muito que pudéssemos passar, mas agora eu estou muito empolgada para dançar no Festival”, diz.
 
E Sarah não é a única a se animar por aqui. A emoção sentida por ela, também contagiou as outras meninas que fazem parte dos dois grupos que vão se apresentar no Festival com as coreografias: Carnaval em Olinda, na modalidade frevo e Renda Renascença, na modalidade jazz.  “Eu achei muito legal a gente ter passado para os palcos abertos. Vai ser muito interessante ver outras coreografias. Vendo a gente aprende também”, comenta Milena Matias de Braga, de 10 anos, que há três anos faz aulas de dança.
 
As garotas ensaiam desde fevereiro e já se apresentaram no Festival de Dança de Timbó, onde conquistaram o primeiro lugar e trouxeram para Araquari o ouro, com a coreografia Carnaval em Olinda. Também participaram com a mesma coreografia do Festival Mary Rosa, em Itajaí, onde trouxeram a prata para o município. A equipe de dança da Renda Renascença também participou do Festival Mary Rosa e trouxe ouro com sua coreografia. Após os destaques que conquistaram nos Festivais chegou a hora de ir mais longe.
 
“A gente quer mostrar o nosso trabalho em Joinville. Além disso, é importante para elas passarem pelo palco aberto para terem vivência, experiência e amadurecerem o trabalho”, afirma uma das professoras de dança das meninas Valdirene Cristina Bernardi.
 
Valdirene atua a quatro meses como professora de dança no município e entrou para trabalhar ao lado da professora Patrícia Dalchau que já vinha desenvolvendo as atividades  com as meninas. “Essa é a primeira vez que um grupo de dança de Araquari participa do Festival de Dança, é um marco para as meninas, para a Prefeitura e para a cidade”, comenta Patrícia.
 
Segundo elas, as garotas superaram suas expectativas ao passarem para o palco aberto. Patrícia conta que foram poucos os ensaios que conseguia reunir todo o grupo, devido à idade das crianças e outras atividades que faziam. “Foi realmente um momento de superação. Em tão pouco tempo elas conseguiram essa colocação no Festival. Foi uma grande emoção para mim”, diz a professora.
 
Uma conquista que para Patrícia veio com mais responsabilidade e aprendizado para as meninas. “O interesse delas pelas aulas está maior, a compreensão de grupo melhorou e elas aprenderam a trabalhar em equipe, aprenderam a importância da união e do bom convívio. Estão mais companheiras”, afirma.
 
Confira as datas e horários das apresentações no Festival de Dança de Joinville
23/7 - (Quarta-feira)
Local: Feira da Sapatilha
Coreografia: Renda Renascença/ É carnaval em Olinda
Horário da Apresentação: 16h às 17h

24/7 – (Quinta-feira)
Local: Shopping Mueller
Coreografia Renda Renascença/ É carnaval em Olinda
Horário da apresentação: 17h30 às 18h30

25/7 – (Sexta-feira)
Local: Shopping Garten
Coreografia Renda Renascença/ É carnaval em Olinda
Horário da apresentação: 17h às 18h

26/7 – (Sábado)
Local: Estação da Memória
Coreografia Renda Renascença/ É carnaval em Olinda
Horário da apresentação: 10h30 às 12h

Local: Shopping Cidade das Flores
Horário da apresentação: 16h30 às 17h30

31/7 – (Quinta-feira)
Local: Teatro Scar (Jaraguá do Sul)
Coreografia : É carnaval em Olinda
Horário da apresentação: 20h às 21h

1/8 – (Sexta-feira)
Local: Feira da Sapatilha
Coreografia: É carnaval em Olinda
Horário da apresentação: 11h às 12h
2/8 – (Quarta-feira)
Local: Praça Nereu Ramos
Coreografia Renda Renascença
Horário da apresentação: 13h30 às 14h30

Uma aposentadoria esperada


Funcionária Pública aposentada usa dias de folga para se divertir

Festeira, alegre, dona de uma boa conversa, mãe e avó. Essa é dona Doraci Budal Pereira que hoje com seus 77 anos, ainda mostra ao mundo, a força e alegria de viver de uma jovem moça. Dona Dore como é conhecida pelos amigos, trabalhou por 15 anos na Prefeitura Municipal, iniciando em 1989 e saiu aposentada em 2004. “Eu gostava muito de trabalhar lá e me lembro de ter participado da primeira festa do maracujá. Até tirei foto com o Moacir Franco”, relembra.
 
Doraci começou trabalhando em uma Escola Municipal como zeladora, seguiu para o Centro de Educação Infantil Antenor Sprotte e encerrou sua trajetória pública, já trabalhando no prédio da Prefeitura. “Quando anunciaram na TV que com 60 anos a gente já poderia se aposentar, eu fui e pedi minha aposentadoria”, diz.
 
A partir daí, iniciou no grupo da terceira idade, onde é a atual rainha e desde então, não tem parado. Usa o tempo de folga que tem desde sua aposentadoria para se divertir. “Ah, eu gosto muito de passear, de dançar, de conversar. Estou sempre por aí. Não posso ficar parada”, comenta. Dona Dore é daquelas pessoas especiais que mesmo vendo o tempo passar, sai aproveitando a vida, sempre muito bem humorada. “A gente tem mesmo é que aproveitar, né”.
 
Dias para trabalhar
 
Enquanto Dona Dore usa seus dias para passeios, idas ao clube da terceira idade e dançar, na secretaria da Educação, Rita de Cássia Pereira Oliveira, de 57 anos se diverte de outra forma. “Ah, eu estou para pegar minha aposentadoria, mas preciso continuar trabalhando. Essa é minha forma de aproveitar. Preciso continuar aqui e vou ficar enquanto der”, conta Rita.
 
Para ela o trabalho é a melhor forma de se distrair. Rita é casada, mãe e avó. Adora passar os dias em casa, mas não se vê sem trabalhar. Por essa razão, mesmo após aposentada, vai solicitar o abono permanência que permite que continue no trabalho.
 
Rita começou sua trajetória profissional em Joinville, onde trabalhou por 14 anos como secretária nas escolas da cidade. Passou para Araquari, cidade em que sempre viveu em 1994 quando iniciou seu trabalho como orientadora pedagógica. Em 2000 passou a ser supervisora nas escolas do município e em 2008 voltou para a secretaria da Educação para atuar como supervisora escolar. “Eu adoro trabalhar no administrativo, sempre gostei e vou continuar enquanto tiver saúde e puder trabalhar. Não me sinto aposentada e gosto do que faço”, diz.

Conselho Tutelar debate sobre violência e evasão escolar na Escola Estadual Higino Aguiar


O Brasil está enfrentando um problema que só vem crescendo nos últimos anos. As escolas que antes eram consideradas um ambiente seguro, possibilitando ao aluno e professor seguir com suas atividades sem sentir medo, atualmente, algumas delas, são palco de fúria e agressões.
 
E para evitar a violência, briga e mesmo evasão de estudantes, o Conselho Tutelar esteve hoje (13), na Escola Higino Aguiar, no bairro Itinga, em reunião com os professores. “Nós queremos ajudar a escola e futuramente os pais a acharem a melhor maneira de lidar com este tipo de problema, caso se deparem com ele”, conta Roseli da Cunha Besen, representante do Conselho Tutelar de Araquari.
 
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 10% das escolas da rede pública e 5% das escolas privadas do Brasil passam por esta situação. Em 2009, 13% dos estudantes entrevistados pelo IBGE, haviam se envolvido em alguma briga, onde alguém foi agredido fisicamente e 4% dos alunos afirmaram já terem participado de brigas portando arma de fogo.
 
Porém, a falta de segurança faz parte também da rotina dos professores. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação em 2011, por meio da Prova Brasil, constatou que de 225 mil professores de Língua Portuguesa e Matemática que dão aulas para alunos do 5º ao 9º ano, 4.195 foram agredidos fisicamente por estudantes.
 
Segundo Roseli, o Conselho Tutelar tem recebido diversas denúncias de agressões e brigas entre os alunos, algumas vindas dos próprios pais e de diferentes escolas. “O nosso objetivo é trabalhar em parceria com as instituições de ensino e os pais, e conscientizar as crianças e adolescentes das consequências que algumas atitudes e a violência podem trazer”, diz.
 
Roseli informa que hoje a criança que tem acima dos 12 anos já pode responder criminalmente e é importante que ela saiba disso. “Quando uma denúncia é feita ao Conselho Tutelar, o órgão se responsabiliza por sua análise. Em alguns casos notifica a criança ou adolescente e sua família, busca soluções conversando com os pais e a criança, mas quando o caso é mais grave, ele geralmente é resolvido judicialmente”.
 
Outra questão que foi levantada por Roseli durante a reunião foi a evasão escolar. Segundo ela, este ano já é exigido por lei a frequência escolar do adolescente. “Uma mudança que tivemos recente na lei, obriga o adolescente que tem até 18 anos a estar na escola e completar o ensino médio”, conta.
 
Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostram que o Brasil tem a 3ª maior taxa de evasão escolar entre 100 países. Um relatório desenvolvido pelo órgão em 2012 indica que uma a cada quatro crianças que inicia o ensino fundamental no Brasil, abandona a escola antes de completar a última série.
 
Entre os países com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a taxa do Brasil é de 24,3%, só estando atrás da Bósnia Herzegovina com 26,8% e das Ilhas de São Cristóvão e Névis, no Caribe com 26,5%. Na América Latina, só a Guatemala com 35,2% e Nicaragua com 51,6% tem taxas de evasão superiores.
 
Além da reunião que realizou com os professores, o Conselho Tutelar deve voltar a escola para uma conversa de orientação com os pais e alunos. “Esse é um trabalho que buscamos desenvolver como forma de prevenir problemas maiores e conscientizar também alunos, pais e escola dos direitos e deveres da criança e do adolescente”.